in ,

Berço que vira escrivaninha: vale a pena?

Quando eu estava grávida, uma grande amiga (que se tornou a madrinha de Catarina) me disse que pensava em um berço diferente para seu segundo filho: um modelo multifuncional, que virava até escrivaninha. Claro que na época eu não a ouvi (mãe de primeira viagem!), e o máximo que fiz foi comprar um berço que virava mini-cama.. Hoje, considerando que minha filha já tem quatro anos, consigo fazer uma avaliação muito melhor sobre os tipos de berço, e contar a vocês o que eu avaliaria se tivesse que optar novamente.

Começando pela opção da mini-cama, tenho que dizer que o berço que escolhi não era exatamente aquilo que eu pensava ser. Isso porque a “grande” transformação em caminha consistia em eliminar a grade móvel e substituí-la por uma pequena. Tanto a cabeceira com os pés da cama continuaram como eram: enormes! Ou seja, a estética da minha mini-cama é ruim (embora a estrutura em si seja ótima – espaçosa, resistente – feita em madeira maciça – e praticamente nova, após anos de uso).

 

Nem todas as mini-camas apresentam esse problema (algumas de fato se transformam em caminhas com cabeceira e pés baixos). Mas, se eu tivesse que escolher um berço novamente, optaria por um modelo que acompanhasse Catarina por mais tempo (a não ser que não houvesse espaço dentro do quarto, pois aqueles que se transformam em criado-mudo e escrivaninha têm um comprimento maior). Minha filha ainda cabe na mini-cama, mas estimo que seu uso ficará restrito a mais um ano (isso porque a filhota não é uma criança grande!). Por outro lado, um berço multifuncional facilmente duraria até uns dez anos de idade (se fosse de boa qualidade, obviamente).

No berço multifuncional, a montagem inicial normalmente é feita de modo que o trocador fica ao lado do berço, e há uma cama auxiliar embaixo (muito útil para os primeiros anos do bebê, principalmente quando o pequeno fica doente e você precisa passar a noite ao seu lado). Com o crescimento da criança, você pode deixá-la dormindo em uma cama de solteiro grande (a antiga auxiliar), enquanto o trocador e os gaveteiros viram a escrivaninha e o criado-mudo. Veja alguns exemplos:

 

Eu não sabia, mas pesquisando para fazer esse post, descobri que existe um modelo intermediário, sem trocador, que não vira escrivaninha e não tem cama auxiliar, mas que se transforma em uma mini-cama um pouco maior do que o berço (além disso, a cabeceira permanece alta, mas os pés ficam baixos). Há um módulo que inicialmente pode ser usado para roupinhas e outros objetos do bebê, e que depois pode virar um criado-mudo, ou nicho para parede.

 

Com tantas opções, a dica é pesquisar muito, e avaliar qual é sua real necessidade. Você pretende ter um segundo filho em breve e por isso um berço convencional, que será passado para o caçula, é mais do que suficiente? Tem espaço no quarto para um berço multifuncional ou apenas para um que se transforme em mini-cama? Respondendo a essas perguntas, provavelmente você fará uma boa compra!

Ideias funcionais e inteligentes para organizar o quarto do bebê

A influência da cor no quarto do seu filho